MUNDO CORPORATIVO


Empregadores investem em programas de bem estar em resposta ao estresse dos funcionários.

Nada menos de 89% das empresas na América Latina informam já adotar alguma iniciativa de bem-estar para os seus funcionários, sendo que 63% afirmam pretender aumentar o orçamento destinado a benefícios corporativos nos próximos ciclos orçamentários. 

Ao publicar o texto, o site especializado em RH chama a atenção para o paradoxo. 

De um lado, há maior oferta de programas voltados ao bem-estar; de outro, uma parcela significativa dos profissionais segue enfrentando sobrecarga, estresse crônico e dificuldade de desconexão. 

Para especialistas em gestão de pessoas, isso mostra que o desafio não está apenas em oferecer iniciativas, mas em integrá-las de forma estratégica à cultura e ao modelo de trabalho, para que possam assim render melhores frutos.

Jornadas extensas, metas agressivas e a hiperconectividade ampliaram o risco de esgotamento, especialmente em empresas de médio porte, onde equipes costumam ser mais enxutas e multifuncionais. 

O impacto vai além da saúde individual: ambientes marcados por estresse constante tendem a apresentar maior rotatividade, absenteísmo e queda de desempenho. 

Nesse contexto, o bem-estar deixa de ser visto como um “extra” e passa a ocupar posição central na agenda do RH. Sendo assim, programas de saúde mental, flexibilização de jornadas, apoio psicológico, benefícios flexíveis e iniciativas de qualidade de vida são cada vez mais associados a indicadores concretos de negócio. 



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