PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR 2


Gleisson Rubin, diretor de Previdência do Grupo MAG e do Instituto de Longevidade, recomendando que as gerações futuras devam encarar a previdência complementar quase como uma “imposição”.

Ele observa que “a geração X [nascidos entre 1965 e 1980] já começa a olhar para a previdência privada e alguns produtos de seguro quase como uma necessidade, diferente de seus pais, que não tinham que se preocupar tanto com isso.”

Rubin aponta alguns dos motivos dessa preocupação: Os gastos do Governo Federal com a Previdência Social vão ultrapassar a marca de R$ 1,11 trilhão em 2026, conforme o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) divulgado em agosto de 2025. 

Esse valor representa a maior fatia do orçamento federal, seguido pelo Ministério da Saúde, que terá R$ 245,5 bilhões destinados ao custeio do Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo programas como o Mais Médicos e a implantação do primeiro hospital inteligente do país.

A educação receberá R$ 133,7 bilhões. 

Atualmente, a Previdência responde por 44% de toda a despesa do governo e, ao incluir benefícios, sentenças judiciais e compensações entre os regimes previdenciários, hoje os gastos já ultrapassam o montante de R$ 1 trilhão.   



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