Novas condições de vida fazem disparar casos de doenças alérgicas.
Aos dirigentes de entidades fechadas que atuam na área da saúde
interessa saber que asma, rinite e alergias alimentares estão entre as doenças
alérgicas cuja incidência vem crescendo de forma que chama a atenção.
É que mudanças na alimentação, poluição e o estilo de vida moderno estão
modificando nossa relação com o mundo ao nosso redor… fazendo com que o sistema
imunológico tenha mais dificuldade para distinguir o que é perigoso do que é
inofensivo.
Uma das leis da natureza é a da ação e reação. No organismo de um
alérgico, porém, um estímulo aparentemente insignificante pode detonar uma
bomba imunológica.
Na prática é assim: basta um descuido com a faxina em casa
ou com a alimentação na rua para surgir uma coceira aqui, um espirro ali, uma
mancha vermelha acolá.
Por exemplo, a alergia alimentar é um assunto extremamente preocupante e
com impactos significativos na saúde pública, pois, segundo dados da
Organização Mundial da Saúde (OMS), de 200 a 250 milhões de pessoas sofrem com
alergia a algum tipo de alimento.
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