Seguradoras buscam ganhar espaço na estruturação de investimentos
climáticos
A mobilização de capital para
financiar a transição climática passa, cada vez mais, pela capacidade de
identificar, distribuir e mitigar riscos.
Ao abordar o papel do seguro na
estruturação dos investimentos, Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da
Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), defendeu que as seguradoras
deixem de atuar apenas na etapa final das operações e passem a participar desde
a construção da matriz de riscos dos projetos.
Segundo ela, essa integração
amplia a segurança das operações, reduz incertezas e pode melhorar as condições
de financiamento.
“Eu gostaria que os bancos olhassem os seguros como
mitigadores de risco e que isso se refletisse até no spread, dependendo do projeto”,
afirmou.
A diretora lembrou que, em
operações internacionais de project finance, a análise do pacote de seguros
costuma ocorrer ainda na fase de estruturação dos empreendimentos.
No Brasil,
segundo ela, esse movimento ainda precisa ganhar escala
SONHO SEGURO