📱 Um Pix incomoda
muita gente
Brasileiros e americanos
compareceram a uma audiência do USTR (Escritório do Representante de Comércio
dos EUA) para defender um queridinho dos cidadãos: o Pix.
O órgão iniciou uma consulta
para discutir as tarifas sugeridas a alguns produtos brasileiros. Para entender
a história, é preciso voltar algumas casas.
Rebobinando…
No ano passado, a entidade
iniciou uma apuração contra o Brasil para avaliar práticas nacionais em
inúmeras áreas, como comércio digital e desmatamento.
A investigação tem como base a
Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que dá aos EUA poder para agir contra
práticas comerciais injustas que prejudiquem o comércio americano.
O USTR concluiu a apuração no
mês passado e fez inúmeras acusações contra o Brasil (leia aqui). Há uma parte
destinada ao Pix: diz que o Banco Central favorece o sistema de pagamentos em
relação a empresas americanas do setor financeiro.
O órgão recomenda que alguns
produtos brasileiros sejam taxados em 25%.
Nos EUA…
Argumentos a favor do Pix
destacam que ele aumentou a concorrência, cortou custos e criou oportunidades
de negócio. O sistema é uma infraestrutura pública digital, comparável à rede
elétrica, e não é uma empresa privada.
FOLHA MERCADO