🇨🇳 O exemplo chinês
A China abriga o primeiro parque industrial com saldo zero de emissões
de carbono do mundo.
O complexo produz baterias e turbinas eólicas.
A conta: para definir o “saldo zero” soma-se quanta energia limpa o
parque gera, quanta ele armazena e como controla o carbono liberado. O total é
comparado ao quanto o local consome.
Grandes expectativas.
O governo chinês espera atingir o pico de
liberação de gás carbônico até 2030 e neutralizar a quantidade do poluente
expelido para a atmosfera até 2060.
Para isso, terá que mexer na matriz energética: vai expandir as fontes
renováveis, como solar e hídrica, substituir a geração de energia por queima de
carvão e racionalizar o uso de petróleo e gás.
O programa é essencial para atingir as metas, e empresas e entidades são
incentivadas a construir esse tipo de complexo, diz Huang Wenchuan,
vice-diretor da Comissão de Desenvolvimento e Reforma da Mongólia Interior.
A mais de 16.000 km da China… O projeto deve chegar ao Brasil, mas ainda
não tem data definida.
Com investimento de US$ 1 bilhão, terá como foco
produzir combustível sustentável de aviação, hidrogênio verde e amônia.
FOLHA MERCADO