LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS


Golpistas usam falsas vagas de emprego para roubar dados.

Usuário também deve prestar atenção ao cadastrar currículo em plataformas online.

Pessoas que estão em busca de recolocação profissional viraram alvo de golpistas que, por meio de falsas vagas de empregos, miram o roubo de dados pessoais e o sequestro de redes sociais.

O golpe do código de segurança é utilizado para sequestrar as redes sociais do usuário.

Ao repassar essa combinação, acreditando se tratar de uma identificação relacionada ao processo seletivo, a pessoa permite que o golpista assuma o controle do seu perfil e o use para tentar enganar os contatos do titular com falsos pedidos de dinheiro, por exemplo.

Outra ação bastante comum é o "phishing", em que o golpista envia ao destinatário um email falso se passando por uma empresa real. 

O link malicioso redireciona a vítima a uma réplica do site verdadeiro de modo a induzi-la a fazer login e, assim, ter suas credenciais e dados roubados.

"Golpes de ‘phishing’ dão aos cibercriminosos a oportunidade de usar a reputação de marcas confiáveis para dar aos usuários uma falsa sensação de segurança e assim roubar informações pessoais ou comerciais para obter ganhos financeiros", diz Omer Dembinsky, gerente do grupo de pesquisa de dados da Check Point Software, fornecedora de soluções de segurança cibernética.

Ele orienta os consumidores a agirem com cautela e a ficarem atentos a sinais indicadores do email falso, como gramática ruim, erros de ortografia ou nomes de domínio estranhos. "Em caso de dúvida, vá para o próprio site da marca em vez de clicar em qualquer link."

 



FOLHA DE SÃO PAULO
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