LONGEVIDADE


​​​​​Rapidamente cai o número de jovens e cresce o de idosos, obrigando o Brasil a flexibilizar seus gastos sociais em educação e saúde 

Estudo do Centro de Liderança Pública (CLP),  destaca que, de 2023 a 2040, o número de crianças e adolescentes de até 17 anos deve cair cerca de 20%, segundo as estimativas populacionais do IBGE. 

No mesmo período, o grupo 65+ deve crescer mais de 55%. Marcelo Neri, diretor da FGV Social, avalia que o Brasil vive uma transição demográfica muito rápida.

Até o final do século, o número de jovens no Brasil, que hoje é de 50 milhões, deve cair pela metade.

Neri pontua que as necessidades por educação e saúde mudam profundamente com o perfil etário da população. 

Com o envelhecimento será recomendável não apenas destinar mais verbas para a saúde, mas ao mesmo tempo fazer com que o foco nas escolas se torne menos a quantidade de alunos e mais a qualidade do ensino.



O GLOBO
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