ECONOMIA | NACIONAL E INTERNACIONAL


ECONOMIA INTERNACIONAL

Hoje é o “Liberation Day”, e as deliberações do presidente Donald Trump sobre as novas tarifas recíprocas seguem em aberto, a poucas horas do anúncio oficial. 

Apesar de Trump afirmar que já decidiu o caminho a seguir, sua equipe ainda discute o tamanho e o formato final das tarifas, e algumas reportagens indicam indecisão dentro do gabinete. 

Entre as opções consideradas está um sistema em camadas, com alíquotas de 10% ou 20%, dependendo das barreiras comerciais impostas pelos países contra os EUA, além de um modelo mais personalizado, avaliando caso a caso. 

O governo afirma que as tarifas entrarão em vigor imediatamente, mas Trump estaria aberto a negociações posteriores.

No campo político, ontem os republicanos venceram duas eleições na Flórida, mas com margens menores do que as obtidas por Trump anteriormente, gerando preocupação dentro do partido republicano.

Na agenda de hoje, às 9h15, foi divulgado o ADP de março, registrando 155K, acima da estimativa de 120K. Já às 11h, serão publicadas as encomendas às fábricas de fevereiro.

ECONOMIA NACIONAL

Conforme esperado, o dia é marcado pela expectativa em torno do anúncio das tarifas de reciprocidade pelo governo Trump, previsto para hoje às 17h. 

O governo brasileiro mantém uma visão pessimista quanto às exceções que podem ser concedidas ao Brasil e teme que uma possível tarifa linear se some a outras já em vigor, como as recentemente aplicadas sobre o aço e o alumínio, gerando um efeito cumulativo.

Ontem, o Senado aprovou o PL da Reciprocidade, que estabelece mecanismos legais para o governo brasileiro retaliar eventuais barreiras comerciais ou medidas protecionistas que prejudiquem a competitividade dos produtos nacionais no comércio exterior. 

O texto agora segue para a Câmara dos Deputados.

Na agenda do dia, foi divulgada a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) de fevereiro, que recuou 0,1% M/M, abaixo da expectativa de crescimento de 0,3% M/M. 

O resultado foi principalmente influenciado por mais uma queda na indústria de transformação, cujo momentum se mantém nos níveis mais baixos desde meados de 2022. 

No geral, os dados reforçam a percepção de que o setor industrial segue em desaceleração.

 



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