✈️ Brasil voando
alto
A Acelen, empresa de energia do
fundo árabe Mubadala, fechou um acordo para comprar 1,5 milhão de toneladas de
óleo de soja para produzir SAF (combustível sustentável de aviação).
Por que importa?
O Brasil pode ser protagonista
na fabricação do insumo, que ajuda a reduzir as emissões de carbono nas viagens
de avião.
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O setor libera 2,5% dos gases de efeito estufa no mundo.
Esse combustível é feito a
partir de matérias-primas como oleaginosas, etanol e óleo de cozinha. Além
disso, lança 80% menos carbono na atmosfera do que o QAV (querosene de
aviação).
Sim, mas… A atual produção de
SAF é insuficiente para competir com a demanda global por querosene. A United
Airlines, por exemplo, usou 28 milhões de galões do combustível sustentável em
2025, o que representa menos de 1% do consumo total.
O cenário gera entraves.
Companhias que fazem parte da Iata (Associação Internacional do Transporte
Aéreo) se comprometeram, em 2021, a zerar as emissões de carbono em suas
operações até 2050.
Cinco anos depois, o
diretor-geral da entidade afirmou que o setor continua longe da meta. Um dos
motivos é, justamente, a baixa oferta do combustível sustentável, além do
atraso na entrega de novas aeronaves, menos poluentes que modelos antigos.
FOLHA MERCADO