COMBUSTÍVEIS


 ⛽ Aos trancos e barrancos.

Um dos grandes protagonistas das notícias deste ano foi o diesel.

Guerras na Ucrânia e no Irã danificaram refinarias na Rússia e no Oriente Médio e restringiram a distribuição.

Como resultado, a cotação do combustível chegou a valores altíssimos.

Os países buscam soluções para tentar conter a pressão sobre os preços:

A AIE (Agência Internacional de Energia) está coordenando a liberação de 400 milhões de barris de reservas estratégicas.

Os Estados Unidos dizem ter fechado um acordo com a Rússia para injetar até 4,8 milhões de toneladas de diesel no mercado mundial.

Sim, mas… Apesar das ações, a agência de energia alerta que a recuperação do refino do óleo não deve compensar as perdas e que a escassez pode se estender até 2027.

O Brasil sente a diminuição da oferta. Como cerca de 30% do diesel vem de fora, os preços pagos estão sujeitos à cotação internacional.

E a alta já chegou aos consumidores. Nos postos, o valor médio do diesel S-10 nas bombas subiu 7% em um único mês e atingiu R$ 7,35 por litro em 3 de outubro.

O governo criou alguns subsídios neste ano para diminuir a alta internacional. Recentemente, anunciou o custeio de R$ 1,40 por litro importado para o país. A medida se soma ao subsídio geral para compras e produção (R$ 2,12/litro).

 



FOLHA MERCADO
Tel: 11 5044-4774/11 5531-2118 | suporte@suporteconsult.com.br