DEEPFAKES


Deepfakes já enganam a maioria dos brasileiros.

Durante muito tempo, VER era quase sinônimo de ACREDITAR, mas a EVOLUÇÃO da inteligência artificial generativa está tornando essa lógica cada vez mais FRÁGIL, especialmente quando vídeos sintéticos já conseguem reproduzir ROSTOS, VOZES e EXPRESSÕES com alto nível de REALISMO.

No Brasil, esse RISCO ganha ESCALA: Segundo uma pesquisa realizada pela Veriff, empresa de verificação de identidade digital, 80% dos brasileiros já tiveram contato com DEEPFAKES no ambiente digital, mas apenas 29% conseguem IDENTIFICAR corretamente quando um vídeo é FALSO.

O problema é que os SINAIS que antes DENUNCIAVAM imagens geradas por IA, como mãos deformadas, movimentos estranhos ou falhas visuais evidentes, estão desaparecendo. A tecnologia evoluiu, mas nossa PERCEPÇÃO ainda opera com critérios ANTIGOS.

Ainda de acordo com a pesquisa:

87% dos brasileiros dizem se PREOCUPAR com FRAUDES e GOLPES de identidade

81% veem risco de IMPACTO em conteúdos POLÍTICOS

42,5% das fraudes FINANCEIRAS no Brasil já utilizam ferramentas de IA, especialmente DEEPFAKES

A DIFICULDADE aumenta porque ainda não existe uma SOLUÇÃO universal de DETECÇÃO. Ferramentas criadas por grandes empresas tendem a reconhecer apenas conteúdos produzidos por seus próprios sistemas, enquanto novos modelos surgem em ritmo acelerado e desafiam detectores já treinados.

Por isso, a resposta não pode ser apenas TECNOLÓGICA.

Na economia da DESINFORMAÇÃO SINTÉTICA, PENSAMENTO CRÍTICO deixa de ser diferencial e passa a ser infraestrutura de PROTEÇÃO.



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