Naturalmente em busca de assuntos para a educação financeira para a
longevidade, pode interessar aos dirigentes de nossas entidades fechadas saber
estarem os especialistas reforçando que o Brasil está "envelhecendo antes
de enriquecer".
Isso significa que a janela de oportunidade para criar uma
poupança sólida está se fechando para muitos.
O planejamento de vida precisa considerar que a longevidade exige
recursos crescentes, e a rede de segurança familiar, antes garantida, agora é
incerta particularmente pelo pequeno e mesmo inexistente número de filhos.
Essa
dinâmica reflete que, quando a responsabilidade financeira é transferida para
um herdeiro muitas vezes o idoso entra em cenário de vulnerabilidade.
Quando
não há herdeiros, a situação é ainda pior.
Sendo assim, investir em previdência privada, fundos imobiliários ou
outras formas de renda passiva é a estratégia mais eficaz para garantir
autonomia. Mesmo porque o sistema previdenciário brasileiro opera no
limite.
Cada aumento no salário-mínimo gera um impacto cascata de centenas de
milhões de reais nas despesas públicas.
Esse cenário agrava o risco de abandono
financeiro de idosos, pois a capacidade de compra das aposentadorias tende a
diminuir frente ao aumento dos custos com saúde e longevidade.
INSTITUTO LONGEVIDADE