60+ multiplicam presença em cursos de graduação
País registrou em 2024 - último ano em que tais resultados foram
registrados - nada menos de 67.377 matrículas de pessoas acima de 60 anos em
cursos de graduação universitária, segundo dados do Censo da Educação Superior
do Ministério da Educação (MEC).
A alta foi de 77% em relação ao
ano de 2020.
O crescimento está sendo atribuído a fatores como realização
de sonhos adiados, busca por realização pessoal, atualização profissional
e uma vida financeiramente mais estável.
Mas o aumento da população idosa e a difusão do conceito de
envelhecimento ativo também ajudam a explicar a maior procura.
Por sinal A Década do Envelhecimento Saudável, por exemplo, integra uma
estratégia da Organização Mundial da Saúde (OMS), que prevê ações coordenadas
entre 2020 e 2030 para promover a pauta em diferentes países.
Na Universidade de Brasília (UnB), por exemplo, pessoas com
60 anos ou mais podem ingressar na graduação por meio de processo seletivo
específico. As vagas são extraordinárias, oferecidas voluntariamente pelas
unidades acadêmicas e não reduzem aquelas destinadas aos demais vestibulares.
Os dados mostram que mais de dois terços das matrículas de pessoas com
60 anos ou mais estavam no EAD. Segundo o Censo da Educação Superior, dos mais
de 67 mil matriculados em cursos superior com mais de 60 anos, 46.482 estão n
O ESTADO DE SÃO PAULO