Em 11 de junho, a Noaa (Administração Nacional Oceânica e
Atmosférica) confirmou que o El Niño está em curso e deve se intensificar nos
próximos meses.
Nota de rodapé: o fenômeno pode ser explicado como o
aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico na região da linha do
Equador. Ele altera a direção dos ventos e a distribuição das chuvas e do
calor.
As seguradoras se preparam para um alta nas indenizações para
arcar com os danos provocados pelo El Niño. Não dá para ter certeza sobre
a extensão dos prejuízos, mas o setor acredita que os maiores danos
habitacionais serão no Sul.
No Norte e Centro-Oeste, o fenômeno deve intensificar a falta
de chuvas e a perda das colheitas do agronegócio.
Nos últimos anos… O fenômeno causou uma grande seca na
amazônia e uma enchente no Rio Grande do Sul.
As empresas monitoram o El Niño e se organizam para não
arriscar seu patrimônio. O maior desafio é que a população não espere o
fenômeno causar impactos para contratar os serviços.
• Menos de 1% das casas
brasileiras tinham cobertura contra danos causados por alagamentos em 2021,
segundo levantamento da FenSeg.
A procura aumentou após o desastre no Rio Grande do Sul.
Hoje, dez seguradoras oferecem proteção contra alagamentos. Eram três em 2024.
FOLHA MERCADO