MUNDO CORPORATIVO


Faturamento e endividamento das empresas preocupam.

Estudo da PwC com 280 empresas de capital aberto mostrou que o faturamento ficou estagnado entre 2022 e 2025. 

Apesar de a receita agregada ter crescido 22% em termos nominais no período, o avanço ficou apenas ligeiramente acima da inflação acumulada de 21%.

Já o anuário Valor 1000, publicado no início desta semana, mostra que a mediana do endividamento das mil maiores companhias do país chegou ao maior patamar desde o ano 2000, ou seja 72,2% do patrimônio líquido, e bateu o recorde anterior, de 2015, durante a pior recessão do país.  

Mais dados: O lucro de um conjunto de 301 empresas não financeiras caiu 16% no segundo trimestre, segundo levantamento do Valor Data, pressionados pelo aumento de despesas com juros e desaceleração da atividade.  

 



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