LONGEVIDADE


A longevidade, segundo a Copa

O argentino Messi, o croata Modric e o português Cristiano Ronaldo são do time dos sem idade

A imagem de jogadores “quarentões” disputando competições internacionais de alto nível, como a Copa do Mundo de futebol,  já não é mais uma exceção. 

O fenômeno ocorre em um contexto de envelhecimento populacional e aumento da expectativa de vida. 

Nesse cenário, a permanência de atletas veteranos em competições de elite ajuda a questionar uma percepção ainda comum na sociedade de que o avanço da idade necessariamente implica perda de capacidade produtiva.

Segundo Marcos Ferreira, especialista em longevidade, pós-carreira e mercado de seguros, "assim como atletas de elite, o trabalhador deve tratar sua saúde física e cognitiva como um ativo econômico por meio da manutenção preventiva e aprimoramento de habilidades e competências”, pontua.

Nomes como o do argentino Lionel Messi, que completou 39 anos nesta quarta (24), do croata Luka Modric, com 40 anos, e do português Cristiano Ronaldo, aos 41, continuam atuando em alto rendimento e simbolizam uma transformação que ultrapassa os limites do esporte.

Se até poucas décadas atrás a faixa dos 30 anos costumava marcar o início da reta final da carreira de um atleta, hoje avanços na medicina esportiva, na nutrição, na tecnologia e nos métodos de treinamento têm ampliado o tempo de permanência dos jogadores em atividade, aponta Antonio Leitão, gerente do Instituto de Longevidade MAG.

A Copa do Mundo de 2026 também está sendo a Copa da longevidade. Ao todo, oito jogadores com 40 anos ou mais disputarão o torneio. 

E não é apenas a experiência que levará esses esportistas ao maior palco do futebol mundial: muitos ainda atuam em alto nível, tanto nos clubes quanto nas seleções.

E uma terceira fonte traz um texto sob uma manchete que já diz tudo : "Copa 2026 ignora a idade e quebra recorde com oito quarentões".




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