PIX ou CRIPTO?


O número de transações com cartões de criptomoedas cresce cada vez mais no Brasil.

•      Foram US$ 747 milhões de movimentações em maio deste ano.

•      48,6% é o crescimento da modalidade em 2026.

Como funciona? Usuários precisam depositar criptoativos em uma conta vinculada ao cartão. Ao fazer uma compra, o valor é debitado ou lançado na fatura. Ao liquidar a transação, o comerciante recebe em dinheiro tradicional.

O meio de pagamento permite converter os ativos em recursos para o dia a dia. 

Outra vantagem é que a modalidade evita a incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas transações internacionais. O tributo afeta algumas movimentações, como as que envolvem o câmbio entre moedas.

Sim, mas… Regras do Banco Central ameaçam uma das vantagens dessa forma de pagamento. 

Desde fevereiro de 2026, a autarquia passou a contar com uma regulação própria. Agora, ativos atrelados a moedas reais, como as stablecoins, possuem as mesmas regras do mercado cambial.

Para o governo, usar essa cripto é equivalente a comprar ou vender um dólar.

Stablecoins são criptomoedas que acompanham o valor de um ativo de referência, em geral a moeda americana.

A mudança aumentou discussões sobre taxar esses recursos em 3,5% de IOF, o que ainda não acontece.



FOLHA MERCADO
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