A frustração com a Copa é um retrato do país:
talento individual não compensa a falta de propósito comum.
Sem confiança e sem
senso de justiça, cada um joga por si… e o resultado coletivo despenca.
Crimes, corrupção e desmandos “de cima” criaram uma cultura de desconfiança.
Em um barco onde ninguém rema junto, não há alta performance sustentável, nem na seleção, nem na
economia.
Reerguer o Brasil começa pelo que não se negocia: justiça que funciona e punição exemplar para o que é errado.
Só assim voltamos a ter um projeto compartilhado, além de resultados. Sem coletivo, o “país do futuro” continua no passado.
Primeiro, justiça. Depois, crescimento.
RICARDO AMORIM