LONGEVIDADE


Diversidade parece favorecer a longevidade, mostra estudo em andamento .

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O Brasil é o país da longevidade, com 37 mil centenários, coisa que os cientistas afirmam ser resultado da maior diversidade genética do mundo. 


Isso é o que dizem cientistas brasileiros envolvidos em uma pesquisa destinada a apontar como isso é possível e pode se tornar uma tendência crescente.

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Os cientistas trabalham com células adultas retiradas de um simples exame de sangue e reprogramadas em laboratório. 


Sua expectativa é que a partir de um dado momento consigam através de atividade física e alimentação intervir positivamente no processo de envelhecimento dos músculos. 

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Os pesquisadores são ligados ao Centro de Pesquisa do Genoma Humano e Células-Tronco da Universidade de São Paulo (USP) e à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

 

Foram coletadas amostras de 230 centenários e 21 supercentenários. 


A meta é chegar a 500 pessoas acima de 100 anos. 


Em comum, essas pessoas têm apenas a idade avançada, pois vem de todas as regiões do país, têm diferentes cor, história de miscigenação, hábitos de vida e condições socioeconômicas.

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— Boa parte dos superidosos teve uma vida difícil. E isso os torna ainda mais intrigantes. Eles são especialmente fortes, resistentes. 

 



O GLOBO
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