Previdência pede uma nova reforma, diz Giambiagi.
Economista trata da urgência de uma nova reforma da Previdência.
Reconhecido como um dos maiores especialistas do País neste tema,
observa que ao longo de aproximadamente quase quatro décadas e meia o
quantitativo físico do número de benefícios previdenciários cresceu a uma taxa
de quase o dobro do crescimento do PIB brasileiro.
Entre 2010 e 2019 (ano da reforma previdenciária), o contingente das
aposentadorias urbanas femininas por idade no meio urbano cresceu a uma média
de 6,4% ao ano, taxa que cedeu para 4,2% ao ano nos quatro anos posteriores,
quando a idade de aposentadoria das mulheres aumentou de 60 para 62 anos;
Giambiagi fornece no texto outros exemplos dos benefícios trazidos pela
reforma de 2019 para o equilíbrio das contas do INSS, mas prevê que esses
fatores positivos já estão se dissipando.
O ESTADO DE SÃO PAULO