LONGEVIDADE E SAÚDE



  • No futuro, Alzheimer poderá ser diagnosticado a partir de exames de vista de rotina, indica estudo

Alterações nos vasos sanguíneos da retina podem ser sinais de demência precoce, diz pesquisaPor enquanto, esses sintomas foram observados apenas em camundongos de laboratório

No futuro, é possível que um simples exame oftalmológico de rotina releve para médico e paciente sinais precoces de Alzheimer. 

Parece cenário de ficção científica, mas essa é uma tecnologia que uma equipe de pesquisadores americanos está tentando desenvolver.

Segundo os autores de um novo estudo, pacientes precoces dessa demência podem apresentar alterações microscópicas nos vasos sanguíneos das retinas que indicam os primeiros estágios da doença. 

Os resultados foram publicados na revista científica Alzheimer’s & Dementia.

Essa tecnologia, entretanto, ainda não existe. Por enquanto, esses sinais foram observados apenas em camundongos de laboratório modificados geneticamente para desenvolver doenças semelhantes ao Alzheimer. 

Em particular, os autores do trabalho estudaram uma mutação que ocorre em cerca de 40% das pessoas.

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Ednajane Truax se exercita várias vezes por semana e gosta de cuidar de jardins

Especialista diz que estilo de vida, e não genética, é o segredo da longevidade

O cardiologista Eric Topol passou quase duas décadas tentando entender por que algumas pessoas continuam a prosperar aos 80 e 90 anos, enquanto outras começam a ver sua saúde declinar. 

Topol é especialista em envelhecimento saudável e autor do livro "Super Agers: An Evidence-Based Approach to Longevity" (Super Idosos: Uma Abordagem Baseada em Evidências para a Longevidade).

Topol suspeitava que a diferença entre aqueles que ele chama de "Wellderly" (idosos saudáveis) e todos os outros seria genética. 

Ele identificou 1.400 pacientes que se encaixavam no perfil que procurava: mais de 85 anos e livres de doenças relacionadas à idade. 

Topol e sua equipe no Instituto de Pesquisa Scripps fizeram o sequenciamento completo do genoma para este grupo de "super idosos" para tentar descobrir se havia um gene que os mantinha prósperos.



FOLHA DE SÃO PAULO
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