REDES SOCIAIS


CEOs influencers

Pesquisa realizada pela HSM e Community Creators Academy,  em parceria com a Michael Page Brasil, mostram que os CEOs começam a estar mais intensamente presentes nas redes sociais, seja para reforçar a estratégia corporativa de suas empresas ou para dar um “upgrade” na própria imagem.

O estudo ouviu 515 CEOs  no País no País e mostrou que   Linkedin e Instagram são as redes mais usadas, respectivamente, com 93% e 61%. 

“Antes o CEO era focado em eficiência. Hoje, também virou uma figura pública que influencia o mercado e protege a reputação da empresa”, afirma Ricardo Basaglia, cabeça da  Michael Page Brasil.

O levantamento deixou claro também que os CEOs mais propensos a atuar nas redes são os fundadores, aqueles que deram vida às empresas em que atuam.  

Os assim chamados executivos se mostram mais arredios, provavelmente por não se sentirem seguros quanto a críticas.

De toda maneira esse é um caminho no qual se se anda devagar. Nos Estados Unidos, estudos evidenciam que aproximadamente 50% dos CEOs não têm perfil no LinkedIn. 

Na Ásia, Austrália e Nova Zelândia, são encontrados patamares similares.

No caso brasileiro pesquisadores já haviam buscado em 2022 investigar a presença digital dos CEOs no LinkedIn, a partir de uma análise das postagens de 250 CEOs naquele anos. 

Ranking de presença digital foi elaborado considerando variáveis de engajamento, frequência de postagem e base de seguidores. 

Os resultados mostram grande variação na atuação dos executivos, e boa parte deles está praticamente ausente.

Mas evidentemente há muito mais a dizer sobre CEOs. 

Por exemplo, Gary Shaughnessy, Presidente da Z Zurich Foundation, organização que em 2024 alcançou mais de 10 milhões de pessoas com programas de educação, saúde mental, resiliência climática e assistência em crises, aparece em página inteira de um dos maiores jornais do país apesar de  conviver há mais de uma década com a doença de Parkinson.  

Ele trata de sua condição como uma realidade que, sem dúvida, lhe impôs limitações, mas que também o impulsionou a superar seus próprios limites e a adotar uma filosofia de vida baseada na confiança de que, sempre que se deseja, é possível ir um pouco além. 

Como o exercício é a única coisa comprovadamente capaz de retardar o Parkinson —; corre maratonas, pratica todo tipo de esporte — em setembro passado, propôs-se a fazer 30 em 30 dias — e dança jive com a esposa, Janet, com quem também está prestes a abrir um restaurante de massas

 

 

 



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