Mais empresas estão aderindo à onda de descobrir entre os seus
funcionários aqueles com talento para se apresentar nas redes sociais
“vendendo” os produtos e as virtudes em geral das organizações que os empregam,
em troca de benefícios variados, como dinheiro extra, viagens e brindes.
O jornal já levantou alguns cases de sucesso.
Uma das marcas lançou um
desafio interno, em busca de conteúdos publicáveis, e logo na primeira
oportunidade 300 se inscreveram.
A onda é global — chamada lá fora de Employee Generated Content (EGC,
conteúdo gerado por funcionários, na sigla em inglês) — e ganhou força
principalmente após a pandemia.
De forma geral postam sobre a rotina de
trabalho, mostram bastidores de campanhas, compartilham experiências e até
divulgam produtos ou serviços da empresa nas redes sociais.
Mas estão longe de
ser celebridades da internet com milhões de seguidores.
O GLOBO