Acompanhe as tendências que seus empregadores estão observando.
Algumas empresas estão adotando o benefício cultural, isto é, uma
espécie de vale-refeição para ser usado para pagar experiências de cultura e
entretenimento.
Um levantamento da Caju, empresa que oferece benefícios flexíveis,
mostra que as livrarias passaram a liderar o uso do benefício cultural,
concentrando 21,94% dos gastos no ano.
Em 2024, essa fatia era de apenas 4,57%.
O dado sugere que trabalhadores têm direcionado o recurso para
experiências mais duráveis. Livros, cursos, aprendizado e consumo cultural
físico ganharam espaço frente às plataformas digitais, que seguem com
participação residual, abaixo de 1%.
O cinema, que historicamente liderou o uso do benefício, segue
firme no alto das preferências com cerca de 9% do uso do benefício ao longo dos
últimos anos. O teatro também mantém seu público.
FOLHA
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