EUA MIRAM PCC


O governo dos EUA anunciou sanções contra dois brasileiros e quatro empresas supostamente ligadas ao PCC (Primeiro Comando da Capital).

•      Victor Henrique de Oliveira Shimada e Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira foram alvos da medida.

•      Victory Trading Intermediação de Negócios Cobranças e Tecnologia Ltda.; a Pixwave Soluções de Pagamentos Ltda.; Wave Construções Inteligentes Ltda.; e a Avenidas Flutuantes Unipessoal Lda estão envolvidas.

Shimada é suspeito de fazer a ligação entre operadores do PCC na Flórida e traficantes internacionais. Ele teria lavado mais de US$ 30 milhões.

Por que importa? Essa é a primeira medida direcionada à facção criminosa depois que o governo Trump a classificou como um grupo terrorista.

Os Estados Unidos podem aplicar sanções antes mesmo de instituir a nomenclatura, mas isso amplia seus poderes. A invasão da Venezuela e a captura de Nicolás Maduro foram justificadas pela presença de organizações terroristas no país.

A legislação do país permite que os EUA investiguem e processem pessoas físicas ou jurídicas com vínculos ao que consideram terrorismo.

As sanções anunciadas ontem determinam o bloqueio dos bens dos investigados que estão nos EUA. Pessoas e empresas americanas ficam proibidas de fazer negócios com eles.

Depois da classificação do PCC e do CV (Comando Vermelho) como terroristas, empresas brasileiras correram para identificar se algum parceiro comercial tem conexões com as facções criminosas. Entenda melhor essa história.




FOLHA MERCADO
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