Um freio à poupança de longo prazo
Na medida provisória 1.303, encaminhada ao Congresso em junho - na mesma
proposta para taxar em 5% instrumentos hoje isentos de Imposto de Renda -, o
governo previu a unificação das aplicações de curto, médio e longo prazo com
uma alíquota de 17,5%.
Segue-se análise, onde o texto nota que "acabar com a tabela
regressiva na renda fixa, que hoje começa com uma alíquota de 22,5% para
investimentos mantidos por até seis meses, e cai a 15% nos prazos acima de dois
anos, pega em cheio papéis do Tesouro que foram desenhados para a construção da
poupança de longo prazo, casos do Renda+ e do Educa+"
Com isso se contraria uma ideia fortemente presente no esforço de
educação financeira da população, que é estimular a acumulação no longo prazo.
VALOR