LONGEVIDADE


Isolamento social do idoso vira pandemia e grave ameaça à qualidade da vida longeva.

A convivência familiar e social e os laços afetivos são de extrema importância para a saúde e bem-estar mental do idoso. 

Estudos já mostraram que a solidão na velhice aumenta o risco de doenças como depressão, ansiedade e demências.

No ano passado, um trabalho publicado na revista Nature Mental Health mostrou que se sentir solitário na velhice aumenta em 31% o risco de desenvolver demências e eleva em 15% a probabilidade de comprometimento das funções cognitivas, como memória e concentração.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já considera o isolamento social uma verdadeira epidemia, afetando um em cada quatro adultos. 

De acordo com a entidade, a solidão é capaz de aumentar em 25% o risco de morte, em 50% o de demência e em 30% o de doença cardiovascular.

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CNN
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