🗣️ No Supremo… O ministro Dias
Toffoli defendeu publicamente sua atuação como relator do caso do Banco Master
pela primeira vez e disse que, ao final das investigações, decidirá se o caso
vai, ou não, para a primeira instância.
• O magistrado sofre pressão do STF para
deixar o julgamento devido à sua postura na supervisão do inquérito;
• As críticas começaram com o regime de
sigilo imposto ao caso, seguido pela viagem de jatinho com um dos advogados da
causa;
• Reportagens revelaram negócios que
associam seus familiares a um fundo de investimento ligado ao Master.
👀 Para todo mundo ver. Ontem,
Toffoli retirou o sigilo dos depoimentos prestados à PF por Daniel Vorcaro,
Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB (Banco de Brasília) e Ailton de
Aquino, diretor de Fiscalização do Banco Central.
Durante a
acareação, Costa e Vorcaro divergiram sobre algumas informações, como a origem
dos créditos falsos que o Master repassou ao BRB.
↳ Esse é um procedimento jurídico em que pessoas que deram
depoimentos diferentes são colocadas frente a frente para comparar versões.
🔎 No Banco Central… Corre uma
investigação interna desde o fim do ano passado para analisar a condução do
processo de fiscalização envolvendo o banco de Vorcaro, desde a expansão do
conglomerado até a liquidação da instituição.
O processo,
iniciado a pedido do presidente Gabriel Galípolo, está sendo conduzido sob
sigilo pela corregedoria do BC.
Mais sobre o
caso:
→ Banco de Vorcaro era sócio desconhecido de Roberto Justus em empresa de construção.
→ Polícia Federal encontrou indícios sobre políticos na investigação sobre o Master.
→ Governador do Rio de Janeiro faz
trocas no Rioprevidência após fundo virar alvo da PF.
FOLHA MERCADO