COMPUTAÇÃO QUÂNTICA


Bancos e BC avançam na computação quântica 

O avanço da computação quântica começa a colocar uma nova frente de preocupação para o sistema financeiro: a segurança da criptografia usada para proteger transações, dados de clientes e identidades digitais.

Embora computadores capazes de quebrar os mecanismos atuais ainda não estejam disponíveis em escala comercial, bancos brasileiros já trabalham em inventários, testes e projetos de criptografia pós-quântica para se anteciparem a esse risco.

No Bradesco, a preparação começou em 2023 e já inclui testes com algoritmos pós-quânticos e adoção controlada em sistemas extremamente expostos

No Itaú, os estudos sobre computação quântica aplicada ao setor financeiro ganharam força nos últimos dois anos, com a criação do Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú (ICTi). 

Entre as linhas de pesquisa estão justamente questões de segurança e de agilidade criptográfica - a capacidade de adaptar os mecanismos de proteção à medida que novas ameaças e tecnologias surgem.

O tema já entrou, inclusive, no radar do regulador. 

O Banco Central começa a discutir com o mercado como tratar os riscos em um futuro arcabouço regulatório.  

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