EDUCAÇÃO FINANCEIRA


Os economistas acreditam que a IA está reduzindo barreiras de acesso à informação financeira, mas não está necessariamente formando pessoas mais capacitadas para avaliar essa informação. 

O estudo aponta que esse cenário cria o risco de um viés de excesso de confiança, especialmente entre usuários com menor conhecimento financeiro, que tendem a usar a IA como substituta e não complemento da orientação profissional

O despreparo dos jovens para lidar com a preparação para a aposentadoria é um nosso velho conhecido, mas pode ser também um fenômeno mais amplo e sintoma de uma falta de educação financeira ainda mais geral. 


É o que parece sugerir estudo da Allianz Research agora divulgado.

 

O estudo Financial literacy pays: Smarter investing goes beyond AI, que ouviu mais de 8.000 pessoas em oito países  (Áustria, França, Alemanha, Itália, Polônia, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos) e mostra que apenas 17,5% dos respondentes atingem o nível alto de educação financeira, enquanto 25,9% ficam no nível baixo. 


Entre os jovens, o cenário é mais preocupante: só 12,3% da Geração Z alcançam alto conhecimento financeiro, ante 22,2% dos Baby Boomers.

Quando o recorte é especificamente sobre utilizar a tecnologia para orientação financeira, apenas 14,1% do total de respondentes cita a IA como uma de suas principais fontes de conselho. 


Entre a Geração Z, no entanto, esse número sobe para 26,1%, e entre os Millennials atinge 21,6%. 

 


 



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