Trabalho híbrido venceu.
O debate nas organizações deixou de ser sobre a permanência do home
office e passou a focar em qual modelo — remoto, híbrido ou presencial — faz
mais sentido diante das novas exigências culturais, operacionais e econômicas.
Movimentos recentes de grandes empresas reforçam essa mudança de
cenário. Companhias como Nubank, Amazon, Microsoft, Instagram e até o Zoom —
símbolo do trabalho remoto — vêm revisando suas políticas e incentivando o
retorno ao escritório, ainda que de forma parcial.
Para Mário Verdi, fundador e CEO da Deskbee, plataforma especializada em
gestão de espaços de trabalho, o mercado já aponta para um consenso. “Na
disputa entre remoto e presencial, quem ganhou foi o modelo híbrido. A
discussão vai muito além da produtividade — envolve cultura, colaboração,
custos e experiência do colaborador”, afirma.
Empresas globais seguem influenciando o comportamento do mercado ao
adotar modelos híbridos ou presenciais com maior frequência. Algumas
organizações passaram a exigir até quatro dias por semana no escritório.
MUNDO RH