Pense em um recurso que não é terra, nem
exatamente raro, mas define o poder geopolítico e a inovação tecnológica do
século XXI.
Do seu smartphone aos caças F-35, passando por
carros elétricos e painéis solares, tudo depende dos chamados “terras raras”.
A China entendeu isso décadas atrás e hoje
controla mais de 90% do refino global, usando esse domínio como uma arma
estratégica.
Enquanto isso, o Brasil, com a segunda maior
reserva do planeta, continua preso a um roteiro antigo: exportar matéria-prima
e deixar a geração de valor para os outros.
A pergunta incômoda é: vamos continuar vendendo
“pedras” a preço de banana ou vamos finalmente investir em refino, tecnologia e
indústria para nos tornarmos protagonistas?
Esta não é apenas uma questão de mineração.
É uma janela de oportunidade histórica para
redefinir nosso lugar na economia global. Para isso precisamos de estratégia,
parcerias inteligentes e uma visão de longo prazo que vá além do próximo ciclo
de commodities.
O futuro não espera por quem se acomoda.
O Brasil tem uma escolha a fazer, e ela
impactará gerações.
Quer entender profundamente o que está
acontecendo no Brasil e no mundo e como isso mexe com a sua vida?
ANÁLISE DE RICARDO AMORIM
RICARDO AMORIM