Estudo de economistas do
Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS) apresentado aos candidatos
à Presidência.
O trabalho propõe alterações nas regras atuais para que o país
chegue a 2070 com o rombo da Previdência apenas ligeiramente maior que o
registrado hoje e se estabilize nesse patamar.
Os economistas sugerem uniformizar 67 anos e 20 anos de
contribuição para todos os trabalhadores.
Para evitar mudança abrupta, a proposta é elevar a idade mínima em
seis meses a cada ano.
Como mulheres arcam com maior carga quando os filhos são
pequenos, ganhariam créditos equivalentes a 1 ano e meio de contribuição por
filho.
Sugere ajustar automaticamente a idade mínima de aposentadoria pelo
aumento da expectativa de vida. Além disso o sistema passaria a contar com
contas individuais num modelo híbrido entre a “repartição” e a “capitalização”.
“Uma fração de cada
aposentadoria continuará a ser financiada pelo regime de repartição, mas uma
parcela passará a ser custeada por capitalização financeira”, diz o
estudo.
O GLOBO