No futuro os 90 serão os novos 40.
Geneticista de Harvard que "já nasceu quem viverá até ou mais que
150 anos.
Parte do orçamento familiar está se deslocando da infância para
cuidadores.
Eles podem trazer carinho e companhia, mas trazem também riscos à
integridade física do idoso e a deles próprios, pois ainda não é uma profissão
regulamentada.
Nem resolvemos a carência de creches e já estamos devendo
atenção aos mais velhos.
É evidente que as mulheres, são as que mais dedicam o seu tempo aos
cuidados com os filhos e a casa, muito provavelmente serão desafiadas a se
concentrar também no atendimento aos idosos, estes em maior número e maior
tempo.
Estatística do Japão, onde a cada oito dias, um idoso é morto por um
cuidador exausto, quase sempre um familiar – e, em muitos casos, a ação é
seguida de suicídio.
O fenômeno é conhecido como “care killing”: assassinatos e
suicídios relacionados ao cansaço extremo dos cuidadores.
Estudo publicado na Revista Brasileira de Psiquiatria, que
também mapeou os custos financeiros associados ao tratamento da demência no
Brasil, confirma esse peso sobre as mulheres: Diz o texto que "as
mãos e os braços responsáveis pelo cuidado diário vital para pessoas
diagnosticadas com Alzheimer e outras neurodegenerações são majoritariamente
femininos.
Dentre os cuidadores, 86% são mulheres. É o que mostra um estudo
publicado na Revista Brasileira de Psiquiatria, que também mapeou
os custos financeiros associados ao tratamento da demência no Brasil.
O GLOBO