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Relatórios de sustentabilidade ainda falham, diz IBGC.

Apesar do sensível avanço na padronização das práticas de divulgação e da forte presença de temas ambientais e sociais, ainda há lacunas significativas na forma como a governança corporativa e os compromissos sustentáveis de longo prazo são abordados nos relatórios de sustentabilidade das empresas brasileiras listadas na B3.

É o que diz o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, com base em pesquisa que deu origem ao estudo “Relatórios de Sustentabilidade de Companhias de Capital Aberto “.

O estudo mostrou ainda que as empresas estatais dedicam mais atenção à governança (29,6% do conteúdo de seus relatórios), embora ainda apresentem fragilidades em áreas como “governança, estratégia e alocação de recursos” — presente em apenas metade (53%) desses documentos. 

Em contrapartida, elas são as que menos abordam aspectos ambientais (33,1%). Ainda dentro da dimensão de governança corporativa, os assuntos mais frequentes são “ética e integridade” (94%) e “canal de denúncias” (93%).

“Embora vejamos avanços importantes, com uma presença relevante dos temas de integridade, ainda falta uma visão mais clara sobre como a estrutura de governança contribui para a definição e execução da estratégia sustentável das organizações”, avalia Danilo Gregório, gerente de Conhecimento e Relações Institucionais do IBGC.

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