No novo modelo o tempo de trabalho seria repartido em ciclos.
Se estamos vivendo, por que ainda tentamos comprimir todo o tempo de
trabalho e esforço concentrado em 35 anos seguidos?
A revista norte-americana
TIME sugere que o modelo linear de vida faliu. Com a longevidade, a nossa
trajetória profissional e pessoal precisa de mais "respiros".
O que a publicação sugere é imaginarmos uma jornada que não é mais uma
linha reta, mas composta por múltiplos ciclos: a pessoa trabalha, pára um tempo
para aprender algo novo, volta, muda de área, descansa um pouco mais e continua
contribuindo.
A vida deixa de ser uma corrida de 100 metros e vira uma maratona
com paradas estratégicas para renovação.
Outro ponto alto da reportagem é a transição do conceito de Lifespan
(tempo de vida) para o Healthspan (tempo de vida saudável). Não adianta apenas
ganhar anos no calendário se não tivermos energia para aproveitá-los.
A "nova velhice" nos convida a cuidar do corpo e da mente
agora, garantindo que os 70 ou 80 anos sejam fases de criatividade e novos
começos, e não de fragilidade.
INSTITUTO LONGEVIDADE