EFPCs saltaram de déficit para superávit de R$ 24 bi no 1º
trimestre.
Entre março de 2025 e igual mês deste ano os planos de benefícios
administrados pelas entidades fechadas passaram de um déficit de R$ 7,09
bilhões para um superávit de R$ 24,05 bilhões, segundo o Relatório Gerencial de
Previdência Complementar (RGPC) do Ministério da Previdência, relativo ao
primeiro trimestre de 2026.
Nada menos de 497 planos apresentaram superávit técnico acumulado.
Na
outra ponta, caiu o número daqueles que registraram déficit, ao mesmo tempo em
que a rentabilidade acumulada das EFPC entre 2017 e março de 2026 foi de
161,8%, enquanto o segmento aberto registrou 109,7% no mesmo período.
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