Os CHOs ganham espaço.
Mais organizações já entendem que a " felicidade " no
ambiente corporativo vai se reforçando como um pilar estratégico capaz de
gerar ganhos em engajamento, produtividade e retenção de talentos.
Por exemplo,
este é o caso da Heineken e da Chilli Beans, que criaram iniciativas formais
voltadas à cultura do bem-estar, com times responsáveis por ouvir, planejar e
agir com base em dados reais sobre a experiência do colaborador.
Essas empresas, inclusive, já possuem CHOs (Chief Happiness Officers)?
Isso mesmo: um C-Level dedicado exclusivamente à felicidade das pessoas.
Uma pesquisa da Universidade de Oxford mostrou que colaboradores felizes
são até 13% mais produtivos.
Outro dado relevante, da Gallup, aponta que
funcionários que se sentem reconhecidos são 45% menos propensos a deixar a
empresa.
Já no relatório State of the Global Workplace, a Gallup estima que a
falta de engajamento custou US$ 8,9 trilhões à economia global em 2023 — um
número tão surreal que representa cerca de 9% do PIB global.
Ou seja, a felicidade deixou de ser um benefício ou mimo. Virou
indicador de saúde organizacional. E de resultado.
MUNDO RH