MUNDO CORPORATIVO


Especialistas fazem previsões para o mundo profissional, com apostas de como recrutadores vão escolher funcionários.

Em um cenário mais influenciado pelo uso da IA, a tendência é de que executivos operem com menos níveis hierárquicos e com times menores.

Com o mercado mais seletivo para profissionais seniores, Selic em 15% e sinalização de juros altos por mais tempo, o investimento corporativo também será mais “cauteloso”.

Assim, o planejamento dos próximos dois anos caminha para a incerteza, afirma Igor Schultz, sócio da Flow Executive Finders, consultoria que atua na seleção de executivos C-Level. 

“O executivo terá como um dos principais desafios a tomada de decisão de investimento em tecnologia. No entanto, se feito de forma errada e no montante errado, pode ser um risco grande para a empresa.

O vaivém entre trabalho remoto, híbrido e presencial, somado ao avanço da inteligência artificial, redesenha o mercado de trabalho no Brasil e amplia as incertezas.

Entre empresas que chamam funcionários de volta ao escritório, jovens que pressionam por mais flexibilidade e cargos ameaçados pela automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.

 

 



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