Em um
salto que pegou o mundo de surpresa, o Brasil escalou 37 posições no ranking
global de atratividade para investimentos em mineração, tornando-se o líder na
América Latina.
O que mudou?
O mundo finalmente abriu os olhos
para duas coisas: nossa imensa riqueza mineral e uma melhora - ainda que
surpreendente - no nosso ambiente de negócios.
O timing não poderia ser melhor. Em plena
corrida global por terras raras, os minerais essenciais para carros elétricos,
data centers e até o smartphone na sua mão, o Brasil se destaca com a segunda
maior reserva do planeta, atrás apenas da China.
O potencial é gigantesco: podemos adicionar R$
243 bilhões ao nosso PIB anualmente.
Isso significa mais empregos, desenvolvimento e
uma posição estratégica na nova economia mundial.
Deixamos de ser apenas o “país do futuro” para
nos tornarmos uma oportunidade do presente.
Atrair capital para explorar essa
riqueza de forma inteligente e sustentável é o nosso próximo grande desafio.
RICADO AMORIM
RICARDO AMORIM