SAÚDE


Em 2 décadas a modalidade viu o número de vidas protegidas de 17,2% para 8,6% do mercado 

A autogestão, modalidade através da qual essas EFPCs operam no mercado,  reduziu sua participação no total de vidas protegidas, caindo de 17,2% para 8,6% ao longo das últimas duas décadas.

Em janeiro de 2026, a queda anual foi de -1,5%, com diminuição de 69,8 mil beneficiários.

A filantropia também perdeu participação relativa, passando de 3,7% para 2,1% do mercado entre 2000 e 2025, embora registrasse leve alta de 0,8% no último ano.

Entre 2000 e 2025, o número de beneficiários de planos médico-hospitalares saltou de 30,9 milhões para 52,6 milhões – crescimento de aproximadamente 70%. 

Mas mais do que o volume, o que mudou foi a composição desse setor: medicina de grupo, cooperativas médicas e seguradoras registraram crescimento, enquanto a autogestão diminuiu participação de mercado. 

A constatação está na Análise Especial da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), produzida pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), com dados até janeiro de 2026. 

O número de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares no Brasil alcançou 53 milhões em janeiro de 2026, crescimento de 2% em relação a janeiro de 2025, o que representa 1 milhão de vínculos adicionais no período de 12 meses.

Na análise de 25 anos do setor, medicina de grupo apresentou a maior expansão, passando de 11,8 milhões de beneficiários em 2000 para 21,1 milhões em 2025, consolidando-se como a principal modalidade do mercado: sua fatia de mercado subiu de 38,1% para 40%.  

 



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