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EFPCs revertem déficit e fecham 2025 com superávit agregado de R$ 17,7 bilhões.

Entre dezembro de 2024 e igual mês de 2025 os planos administrados pelas entidades fechadas saíram de um resultado deficitário de R$ 9,88 bilhões para outro superavitário  de R$ 17,7 bilhões. 

No mesmo período, o número daqueles com déficit reduziu-se de 283 para 232, enquanto 496  apresentaram superávit técnico acumulado.  

Os números são do Relatório Gerencial de Previdência Complementar – RGPC, referente ao 4º Trimestre de 2025 e divulgado pelo Relatório Gerencial de Previdência Complementar – RGPC, referente ao 4º Trimestre de 2025.

Segundo o relatório, a manutenção da taxa Selic em 15,0% influenciou positivamente os investimentos de renda fixa de curto prazo. 

A curva de juros de longo prazo gerou reflexo positivo para a classe de renda fixa (especialmente títulos públicos de mais longo prazo), que representa cerca de 85% dos investimentos do segmento fechado.

A rentabilidade acumulada das EFPC no período de 2016 a dezembro de 2025 foi de 179,1%, enquanto o segmento aberto alcançou 138,5%. 

Essa diferença é explicada pelas taxas de administração menores, pela finalidade não lucrativa do segmento fechado e por uma carteira de investimento mais diversificada, segundo comunicado do departamento.



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