Bancos fecham 2 mil agências e 14,3 mil vagas em um ano.
Ascensão dos serviços online fez as instituições reduzirem ativos
físicos.
O processo de ajustes dos bancos em direção a um mundo mais digital não
dá mostras de estar perto do fim.
O fechamento de agências e a redução do
número de funcionários prosseguiram no segundo trimestre entre os três maiores
bancos privados do Brasil.
Ao todo, foram 2 mil pontos de atendimento fechados
nos últimos 12 meses até junho e 14,3 mil funcionários desligados. O Itaú e o
Santander foram os mais ativos na redução de pessoal, enquanto o Bradesco foi o
que mais fechou pontos de atendimento (agências e PABs).
O Santander cortou 6,6
mil vagas no segundo trimestre em comparação ao mesmo período de 2025, de
acordo com o balanço. O Itaú reduziu em 5,3 mil e o Bradesco, em 2,4 mil.
Para
os bancos tradicionais, a reestruturação da rede de ativos físicos representa
um esforço central para a melhora da eficiência.
A agenda ganhou força ao longo
da última década, diante da ascensão dos bancos digitais, que não têm agências.
O ESTADO DE SÃO PAULO