Para a alegria do setor elétrico, que fará o
primeiro leilão para contratar baterias.
A previsão é que o certame aconteça em
dezembro deste ano.
Como funcionam?
Esses sistemas são conectados, principalmente, ao
lado de painéis solares e turbinas eólicas. Eles armazenam energia quando ela é
abundante e barata e a liberam quando o consumo dispara. Isso reduz a
necessidade de ativar outras fontes e linhas de transmissão mais caras.
Por que importa?
Prometido pelo governo desde 2024, o leilão é
aguardado por grandes investidores. Geradoras, transmissoras e fabricantes de
equipamentos pleiteavam o certame.
• Os sistemas de
armazenamento podem ajudar a solucionar um grave problema do setor: o
desperdício de energia renovável.
• O Brasil deixou de
usar cerca de 20% de toda a energia solar e eólica produzida em 2025.
• Quando há excesso
na geração, principalmente na parte da manhã, as usinas eólicas e solares são
interrompidas.
O corte por alta oferta é necessário porque o
sistema elétrico precisa funcionar em equilíbrio e sem grandes diferenças entre
produção e consumo.
Há descompasso todos os dias, mostram dados compilados pela
consultoria Volt Robotics.
Apesar da sobra em determinados momentos do dia, o
país ainda precisa manter outras fontes, como hidrelétricas e termelétricas,
para garantir o suprimento quando o sol e o vento não estão disponíveis.
No ano passado, o Brasil ultrapassou a marca de 60
GW de potência em operação de usinas solares.
O número considera a soma dos
pequenos e médios geradores (42,05 GW) e das grandes usinas solares,
responsáveis por 17,95 GW
FOLHA MERCADO